Dizem que o ator não escolhe o personagem - mas sim o contrário. No meu caso, é algo parecido. Ok, não sou ator (nem tenho a pretensão de ser) e nenhum personagem me escolheu. Mas acredito que o jornalismo me escolheu. A influência vem de berço, ambos meus pais são jornalistas (mas que hoje não exercem a profissão).
Assim, cresci ao redor de livros, música, cinema, quadrinhos e, claro, jornais, revistas, telejornais e rádio. E trabalhar com algo que tenho facilidade - a escrita - e abordando temas que convivo diariamente desde pequeno é algo que me atrai (e ganhando para isso, então, melhor ainda).
Mas, então, por que diabos fui estudar administração? Bom, a resposta veio única e exclusivamente da vontade de ganhar dinheiro e ser independente. Mas o tiro saiu pela culatra - me formei e emendei uma segunda faculdade, ainda morando e sendo dependente dos meus pais. A diferença entre ambas foi brutal. No primeiro curso, tive mais de 10 dependências. No jornalismo, esse número é zero.
O clique para mudar de área veio logo no meu primeiro estágio como administrador. Tinha uma boa bolsa-auxílio, e estava para ser efetivado. Mas repentinamente a gerente do meu setor foi demitida. Tinha grande admiração por ela, que pacientemente me ensinou e incentivou muito. Chorei copiosamente no dia em que ela anunciou a saída da empresa. E nunca quis passar por aquela situação de novo. Sabia que, se esse comportamento corporativo era inevitável, pelo menos queria me sentir realizado por fazer algo que gostasse.
Ao longo destes 27 anos, percebi que a pessoa não consegue mudar sua essência. Sempre fui o cara alto, magro e que ia bem nas redações escolares. Nos esportes nunca fui acima da média (minhas atuações dependem da minha motivação e do meu humor), mas sempre soube as escalações dos meus times preferidos. Com as mulheres, o sucesso nunca foi igual ao que faziam meus amigos, mas nem por isso deixei de admirar a beleza feminina por meio dos veículos de comunicação (não é mesmo, Playboy?) e de festas, bares, parques. O mesmo vale para a música. Nunca fui um Eric Clapton na guitarra, mas sempre escrevi algumas canções. Queria passar aos outros a emoção que sentia ao ouvir as músicas que mais gostava.
A gerente citada acima me elogiava mais pela cultura que tinha, pelo fato de falar inglês, pela vontade de aprender e fazer o meu melhor do que pelo desempenho em si. Lembro-me do dia em que ela queria tinha uma lista de livros (não me recordo o motivo) em mãos. Peguei e fui falando "li esse, bem legal. Li aquele, razoável. E aquele, aquele outro". Ouvi um sonoro "nossa, como você é culto."
Claro que ao longo dos anos tive que aprender a ser eficiente também no trabalho. Para mim, entregar projetos no prazo é fundamental. Fazer algo diferente do que o costume (dentro de limites aceitáveis) me motiva. E a possibilidade de crescer, morar sozinho, ser independente para viajar à praia num sábado e voltar no mesmo dia é algo que, quando surgir, vou agarrar com unhas e dentes.
Não me arrependo das escolhas que fiz. Não quero apagar as lembranças da minha memória. São por elas que hoje tenho certeza do que quero fazer, independente se for profissionalmente ou por hobby. Não sabemos o dia de amanhã. Mas ainda temos o poder de trilhar o próprio caminho.
segunda-feira, novembro 21, 2011
quinta-feira, março 18, 2010
Gundam 00
Eu tentei publicar um texto parecido com este em um certo site sobre coisas nerds, mas não obtive resposta. Ainda bem que tenho um blog só para mim, assim eu posso escrever o que bem entender.
O último anime que assisti foi Gundam 00. Sempre fui curioso em ver algum episódio desta franquia, pois vira e mexe aparece uma foto ou comentário sobre eles na mídia (por exemplo, os japoneses comemoraram os 30 anos da série com um robô em tamanho real sendo exposto em Tóqui. Além de um rapaz que ensinou a desenhar no Excel usando um Gundam como exemplo). Então, eis que encontro, no www.sekaianimes.com.br a série 00 para baixar. Entre trancos e barrancos, consegui assitir a série inteira. E fiquei maravilhado.
Fazia algum tempo que não assistia seriados japoneses, por isso havia "esquecido" como eles são bons. Uma história muito bem amarrada. Um contexto bem elaborado (mesmo se passando 300 anos à frente).As cenas de luta, que nunca se repetem e mantém a média de uma por episódio, espetaculares. A dose certa de infantilidade e ficção. Os desenhos, ideias para robôs, trilhas sonoras, perfeitos. Temas políticos e emoção, muita emoção.
A história, resumidamente, para não dar nenhum spoiler, é a seguinte: uma organização chamada Celestial Being cansou de ver guerras e passou a fazer intervenções armadas. Só que a tecnologia usada por eles é a mais avançada, com os Gundam, mobile-suit superiores aos dos demais exércitos. Estamos em 2300 e alguma coisa, e a humanidade vive tanto em estações orbitais quanto na Terra (e são ligadas por um imenso elevador). A escassez de energia levou à criação de enormes painéis solares na órbita.
Destaque especial para os efeitos audiovisuais. Um excelente casamento entre história, trilha sonora (como apreciador da música, sei o que é bom ou ruim), efeitos visuais e tudo o mais que um nerd, ou simples amante de histórias de ficção podem pedir.
Se eu continuar, vou ser repetitivo. Mas segue a dica: para quem gostou de Transformers (o filme mesmo, americano) vai perceber que não chega nem aos pés de Gundam 00. A superioridade é gritante, e tem o toque japonês, em que as histórias têm começo, meio e fim.
Eu tentei publicar um texto parecido com este em um certo site sobre coisas nerds, mas não obtive resposta. Ainda bem que tenho um blog só para mim, assim eu posso escrever o que bem entender.
O último anime que assisti foi Gundam 00. Sempre fui curioso em ver algum episódio desta franquia, pois vira e mexe aparece uma foto ou comentário sobre eles na mídia (por exemplo, os japoneses comemoraram os 30 anos da série com um robô em tamanho real sendo exposto em Tóqui. Além de um rapaz que ensinou a desenhar no Excel usando um Gundam como exemplo). Então, eis que encontro, no www.sekaianimes.com.br a série 00 para baixar. Entre trancos e barrancos, consegui assitir a série inteira. E fiquei maravilhado.
Fazia algum tempo que não assistia seriados japoneses, por isso havia "esquecido" como eles são bons. Uma história muito bem amarrada. Um contexto bem elaborado (mesmo se passando 300 anos à frente).As cenas de luta, que nunca se repetem e mantém a média de uma por episódio, espetaculares. A dose certa de infantilidade e ficção. Os desenhos, ideias para robôs, trilhas sonoras, perfeitos. Temas políticos e emoção, muita emoção.
A história, resumidamente, para não dar nenhum spoiler, é a seguinte: uma organização chamada Celestial Being cansou de ver guerras e passou a fazer intervenções armadas. Só que a tecnologia usada por eles é a mais avançada, com os Gundam, mobile-suit superiores aos dos demais exércitos. Estamos em 2300 e alguma coisa, e a humanidade vive tanto em estações orbitais quanto na Terra (e são ligadas por um imenso elevador). A escassez de energia levou à criação de enormes painéis solares na órbita.
Destaque especial para os efeitos audiovisuais. Um excelente casamento entre história, trilha sonora (como apreciador da música, sei o que é bom ou ruim), efeitos visuais e tudo o mais que um nerd, ou simples amante de histórias de ficção podem pedir.
Se eu continuar, vou ser repetitivo. Mas segue a dica: para quem gostou de Transformers (o filme mesmo, americano) vai perceber que não chega nem aos pés de Gundam 00. A superioridade é gritante, e tem o toque japonês, em que as histórias têm começo, meio e fim.
segunda-feira, março 01, 2010
Sobre o sucesso de uma banda. Coloquei a resposta abaixo no fórum da comunidade do Ludov no Orkut. Título do Fórum: POR QUE O LUDOV AINDA NÃO VIROU SUCESSO NACIONAL?
"Cara, o sucesso é um misto de fatores.
Tem a parte musical, mas junto dela tem o visual da banda e o tipo de som e atitude que ela está fazendo no momento.
O que é a parte visual: a beleza. O povo gosta de gente bonita, mas não uma beleza simples e direta como a da Vanessa (não estou a chamando de feia, gente, acho ela linda!). tem que ser uma beleza sofisticada, sensual. Isso vale tanto para mulheres quanto para homens. Vejam os vocalistas do Pearl Jam e do Nirvana. As mulheres babam por eles. E os garotos do cine (eca!). Aquele monte de garotas gritanto lindoooo ouvem a música por causa da beleza e assim vai... Nas bandas femininas, como a Pitty, a vocalista principal usa roupinhas curtas, faz cara de tesão, etc...
Tipo de som e atitude: é o que está na moda. E a moda muda sempre. Hoje a moda é os "emos", e esse tipo de som, de cabelo, de roupa. Se o Britpop não estivesse na moda na Inglaterra, o Oasis talvez não fizessem sucesso (mesmo com a qualidade musical deles). Quantas bandas vcs não viram que fazem sucesso após anos e anos de anonimato? Outro exemplo: o capital inicial. Fez sucesso nos anos 80, mas começou a fazer shows mesmo com o Acústico MTV, que era a moda da época. Hoje esse tipo de som caiu, por isso ninguém mais faz...
Bom, essa é a explicação para o fato de o Ludov não fazer sucesso nacional. São excelentes músicos, têm muitos fãs (e são eles que sustentam a banda, e assim é o underground), mas não tem o apelo que a mídia (ou o público que gosta de funk, pagode e sertanejo) quer no momento. Por isso a banda está praticamente nas mãos da pequena e fiel parcela da população que se chama fãs. "
Não quis entrar no mérito financeiro (jabás), algo que muitos já haviam escrito no fórum.
"Cara, o sucesso é um misto de fatores.
Tem a parte musical, mas junto dela tem o visual da banda e o tipo de som e atitude que ela está fazendo no momento.
O que é a parte visual: a beleza. O povo gosta de gente bonita, mas não uma beleza simples e direta como a da Vanessa (não estou a chamando de feia, gente, acho ela linda!). tem que ser uma beleza sofisticada, sensual. Isso vale tanto para mulheres quanto para homens. Vejam os vocalistas do Pearl Jam e do Nirvana. As mulheres babam por eles. E os garotos do cine (eca!). Aquele monte de garotas gritanto lindoooo ouvem a música por causa da beleza e assim vai... Nas bandas femininas, como a Pitty, a vocalista principal usa roupinhas curtas, faz cara de tesão, etc...
Tipo de som e atitude: é o que está na moda. E a moda muda sempre. Hoje a moda é os "emos", e esse tipo de som, de cabelo, de roupa. Se o Britpop não estivesse na moda na Inglaterra, o Oasis talvez não fizessem sucesso (mesmo com a qualidade musical deles). Quantas bandas vcs não viram que fazem sucesso após anos e anos de anonimato? Outro exemplo: o capital inicial. Fez sucesso nos anos 80, mas começou a fazer shows mesmo com o Acústico MTV, que era a moda da época. Hoje esse tipo de som caiu, por isso ninguém mais faz...
Bom, essa é a explicação para o fato de o Ludov não fazer sucesso nacional. São excelentes músicos, têm muitos fãs (e são eles que sustentam a banda, e assim é o underground), mas não tem o apelo que a mídia (ou o público que gosta de funk, pagode e sertanejo) quer no momento. Por isso a banda está praticamente nas mãos da pequena e fiel parcela da população que se chama fãs. "
Não quis entrar no mérito financeiro (jabás), algo que muitos já haviam escrito no fórum.
sexta-feira, fevereiro 26, 2010

É, o futebol português está em alta na Europa. O Porto venceu o Arsenal na primeira partida das oitavas da Liga dos Campeões. O Benfica arrasou o Hertha Berlim (como vc pode ver abaixo) e agora o Sporting goleou o Everton e ficou com a vaga na próxima fase da Liga Europa.
A vitória serviu para lavar a alma dos leões, já que a temporada que eles realizam não é boa, apesar de ter uma boa equipe. Vamos ver como o time se comporta agora dirante do Atlético de Madrid, que tem os portgueses Simão e Tiago no elenco.
Sporting vence Everton (3-0) e joga oitavos com At. Madrid
Por Redacção
O Sporting apurou-se esta noite para os oitavos de final da Liga Europa e reconciliou-se com os adeptos depois de sete partidas sem ganhar. A vítima foi o Everton, de Inglaterra, e o resultado merecido, face à qualidade da exibição sportinguista.
A equipa de Carlos Carvalhal entrou em campo decidida a marcar o golo de que necessitava para virar a eliminatória. Durante a primeira meia-hora, o sinal mais foi dos portugueses e aos 16 minutos João Moutinho criou mesmo a melhor oportunidade, ao rematar à barra na conversão de um livre directo.
O último quarto-de-hora da primeira parte trouxe algum equilíbrio ao jogo, mas o reatamento acabou por ser fatal para a equipa inglesa. O Everton mostrou-se empenhado em segurar o empate a zero e acabou por pagar com um golo sofrido. Foi aos 63 minutos que Miguel Veloso entrou na área e rematou para o 1-0.
Responderam os ingleses, Saha teve nos pés a possibilidade de empatar, mas Rui Patrício defendeu. No minuto seguinte (75) um contra-ataque do Sporting resultou no 2-0, fruto de remate colocado de Pedro Mendes.
No último minuto, tempo ainda para Matías Fernandez fazer o 3-0, após rápido contra-ataque de Yannick. O Sporting vai jogar nos oitavos de final com o At. Madrid.
Sob arbitragem do israelita Alon Yefet, eis as equipas:
SPORTING: Rui Patrício; Abel, Tonel, Carriço, Grimi; Pedro Mendes, Miguel Veloso; Izmailov, João Moutinho, Djaló; Liedson.
SUPLENTES: Tiago, Polga, Adrien, Pereirinha, Vukcevic, Matias Fernandez e Saleiro
EVERTON: Howard; Neville, Yobo, Senderos, Baines; Bilyaletdinov, Osman, Arteta, Pienaar; Donovan e Saha.
SUPLENTES: Nash, Coleman, Jagielka, Gosling, Rodwell, Yakubu e Anichebe.
Golo: 1-0 por Miguel Veloso (63); 2-0 por Pedro Mendes (75); 3-0 por Matías Fernandez (90+3)
21:27 - 25-02-2010
Fonte: A Bola
Foto: AP
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
O Benfica está realizando uma ótima temporada, e graças a um trio argentino (Saviola, Aimar e Di Maria). Uma ironia daquelas, já que os clubes portugueses são famosos por serem recheados de brasileiros.
Os encarnados, como são conhecidos, lideram o campeonato portugues e destruíram o Hertha Berlim pelo mata-mata da Liga Europa. Se continuarem assim, tem grandes chances de título na segunda maior competição do velho continente. E elevam a confiança dos portugueses para a Copa do Mundo.
Curiosidade: um dos cantos da torcida benfiquista é "Vermelho", da Fafá de Belém (meu coração é vermelho, hei hei hei).
Veja abaixo o relato do jogo da imprensa lusitana.
Benfica goleia Hertha e segue para os «oitavos»
Por Redacção
O Benfica recebeu e cilindrou o Hertha de Berlim, por 4-0, e garantiu a passagem aos oitavos-de-final da Liga Europa. Na primeira-mão o resultado cifrou-se num empate a uma bola.
Recorde aqui as incidências da partida.
A formação comandada por Jorge Jesus dominou o encontro por completo e ao intervalo já vencia por 1-0., com golo de Aimar (25), mas seria justo um resultado mais dilatado.
Na etapa complementar, os «encarnados» confirmaram o poderio ofensivo, com Cardozo a bisar, aos 49 e 62 minutos. Pelo meio, aos 59 minutos, Javi García fez o gosto ao pé, compensando, de certa forma, o autogolo da primeira-mão.
O Hertha criou oportunidades a espaços e na única altura em que dominou o encontro - no início da segunda parte - acabou por sofrer o segundo golo, um autêntico balde de água fria.
Durante o intervalo da partida, teve lugar a homenagem a Eusébio. O «Pantera Negra» recebeu o galardão "UEFA President's Award" das mãos de Michel Platini, presidente do organismo.
Ficha de jogo:
BENFICA: Júlio César; Fábio Coentrão, Luisão, David Luiz e Maxi Pereira; Ruben Amorim, Javi García, Aimar (Carlos Martins, 65) e Di María (Nuno Gomes, 73); Óscar Cardozo e Javier Saviola (César Peixoto, 68).
Suplentes: Quim; Carlos Martins, Nuno Gomes, César Peixoto, Sidnei, Alan Kardec e Éder Luís.
HERTHA:Drobný; Kringe, Friedrich, Bergen e Piszczek (Pekcinovic, 72); Cícero, Janker, Ebert, Raffael (Wichniarek, 63) e Nicu; Ramos (Gekas, 63).
Suplentes: Ochs, Pekcinovic, Dardal, Gekas, Wichniarek, Bengtsson e Lustenberger.
Resultado: 1-0 (Aimar, 25), 2-0 (Cardozo, 49), 3-0 (Javi García, 59), 4-0 (Cardozo, 62)
Acção disciplinar: Amarelo para Friedrich (13), Bergen (75).
Fonte: A Bola
Os encarnados, como são conhecidos, lideram o campeonato portugues e destruíram o Hertha Berlim pelo mata-mata da Liga Europa. Se continuarem assim, tem grandes chances de título na segunda maior competição do velho continente. E elevam a confiança dos portugueses para a Copa do Mundo.
Curiosidade: um dos cantos da torcida benfiquista é "Vermelho", da Fafá de Belém (meu coração é vermelho, hei hei hei).
Veja abaixo o relato do jogo da imprensa lusitana.
Benfica goleia Hertha e segue para os «oitavos»
Por Redacção
O Benfica recebeu e cilindrou o Hertha de Berlim, por 4-0, e garantiu a passagem aos oitavos-de-final da Liga Europa. Na primeira-mão o resultado cifrou-se num empate a uma bola.
Recorde aqui as incidências da partida.
A formação comandada por Jorge Jesus dominou o encontro por completo e ao intervalo já vencia por 1-0., com golo de Aimar (25), mas seria justo um resultado mais dilatado.
Na etapa complementar, os «encarnados» confirmaram o poderio ofensivo, com Cardozo a bisar, aos 49 e 62 minutos. Pelo meio, aos 59 minutos, Javi García fez o gosto ao pé, compensando, de certa forma, o autogolo da primeira-mão.
O Hertha criou oportunidades a espaços e na única altura em que dominou o encontro - no início da segunda parte - acabou por sofrer o segundo golo, um autêntico balde de água fria.
Durante o intervalo da partida, teve lugar a homenagem a Eusébio. O «Pantera Negra» recebeu o galardão "UEFA President's Award" das mãos de Michel Platini, presidente do organismo.
Ficha de jogo:
BENFICA: Júlio César; Fábio Coentrão, Luisão, David Luiz e Maxi Pereira; Ruben Amorim, Javi García, Aimar (Carlos Martins, 65) e Di María (Nuno Gomes, 73); Óscar Cardozo e Javier Saviola (César Peixoto, 68).
Suplentes: Quim; Carlos Martins, Nuno Gomes, César Peixoto, Sidnei, Alan Kardec e Éder Luís.
HERTHA:Drobný; Kringe, Friedrich, Bergen e Piszczek (Pekcinovic, 72); Cícero, Janker, Ebert, Raffael (Wichniarek, 63) e Nicu; Ramos (Gekas, 63).
Suplentes: Ochs, Pekcinovic, Dardal, Gekas, Wichniarek, Bengtsson e Lustenberger.
Resultado: 1-0 (Aimar, 25), 2-0 (Cardozo, 49), 3-0 (Javi García, 59), 4-0 (Cardozo, 62)
Acção disciplinar: Amarelo para Friedrich (13), Bergen (75).
Fonte: A Bola
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Na quarta-feira assisti ao jogo entre Porto e Arsenal. Fato raro um clube português ter seu jogo transmitido, e eu como amante do futebol lusitano (além do holandês, escocês, etc...um dia falarei sobre isso) fiz questão de assistir. O jogo foi relativamente bom. No começo o Porto pressionou e foi melhor, mas após marcar seu gol foi dominado pelos ingleses. Ainda bem que essa superação não foi condizente com o placar.
caso alguém não saiba, estou torcendo pelo Porto. Por mim, a final seria entre dois clubes portugueses (mas isso é impossível, portanto seria interessante uma final entre Barcelona e Real Madri em pleno Santiago Bernabéu - palco da final e casa do time merengue).
Veja abaixo os comentários da imprensa portuguesa sobre o jogo.
O FC Porto derrotou, esta quarta-feira, o Arsenal, no Dragão, por 2-1, golos de Varela, Falcao; Sol Campbell, em jogo da primeira-mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
O FC Porto, com Hulk no «onze», após 59 dias de ausência, por questões disciplinares, entrou determinado em campo e teve logo nos instantes iniciais duas ocasiões claras para marcar, por Ruben Micael e Hulk.
Os mais de 40 mil espectadores presentes no Dragão suspiravam pelo golo e aos 11 minutos explodiram de alegria. Varela, após excelente iniciativa individual pela direita, fez um cruzamento-remate que enganou o guarda-redes Fabianski.
Só que o Arsenal não ficou afectado com o golo e sete minutos depois chegou ao empate. Após a marcação de um canto, Rosicky, de cabeça, desvia para o eixo da área e Sol Campbell cabeceia para o fundo das redes de Helton.
Na segunda parte, o Arsenal parecia estar a controlar as operações no meio-campo, mas aos 51 minutos a equipa inglesa deitou tudo a perder. Sol Campbell atrasou a bola e o guarda-redes Fabianski apanhou o esférico. O árbitro apontou o livre indirecto, que foi rapidamente batido por Ruben Micael, boa exibição, para Falcao, com o avançado a estabelecer o resultado final.
Os «gunners» tentaram depois chegar pelo menos ao empate, mas os campeões nacionais resistiram e nos lances mais perigosos, o médio Fernando fez cortes providenciais e evitou o pior.
O FC Porto parte para Inglaterra com um golo a mais do que o Arsenal, mas, ainda assim, está em vantagem e a apenas 90 minutos dos quartos-de-final da Champions.
Ficha de jogo:
Estádio do Dragão:
Árbitro: Martin Hansson (Suécia)
Equipas:
FC PORTO – Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira; Ruben Micael, Fernando e Raul Meireles (Tomas Costa, 67m); Varela, Falcao e Hulk (Mariano, 80m).
ARSENAL – Fabianski; Sagna, Sol Campbel, Vermaelen e Clichy; Diaby, Denilson e Fabregas; Rosicky (Walcott, 67m), Bendtner (Vela, 82m) e Nasri (Eboué, 87m).
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: 1-0, Varela (11m); 1-1, Sol Campbell (18m); 2-1, Falcao (52m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo a Diaby, Bruno Alves, Fucile, Alvaro Pereira, Fernando.
Fonte: Jornal A Bola
caso alguém não saiba, estou torcendo pelo Porto. Por mim, a final seria entre dois clubes portugueses (mas isso é impossível, portanto seria interessante uma final entre Barcelona e Real Madri em pleno Santiago Bernabéu - palco da final e casa do time merengue).
Veja abaixo os comentários da imprensa portuguesa sobre o jogo.
O FC Porto derrotou, esta quarta-feira, o Arsenal, no Dragão, por 2-1, golos de Varela, Falcao; Sol Campbell, em jogo da primeira-mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
O FC Porto, com Hulk no «onze», após 59 dias de ausência, por questões disciplinares, entrou determinado em campo e teve logo nos instantes iniciais duas ocasiões claras para marcar, por Ruben Micael e Hulk.
Os mais de 40 mil espectadores presentes no Dragão suspiravam pelo golo e aos 11 minutos explodiram de alegria. Varela, após excelente iniciativa individual pela direita, fez um cruzamento-remate que enganou o guarda-redes Fabianski.
Só que o Arsenal não ficou afectado com o golo e sete minutos depois chegou ao empate. Após a marcação de um canto, Rosicky, de cabeça, desvia para o eixo da área e Sol Campbell cabeceia para o fundo das redes de Helton.
Na segunda parte, o Arsenal parecia estar a controlar as operações no meio-campo, mas aos 51 minutos a equipa inglesa deitou tudo a perder. Sol Campbell atrasou a bola e o guarda-redes Fabianski apanhou o esférico. O árbitro apontou o livre indirecto, que foi rapidamente batido por Ruben Micael, boa exibição, para Falcao, com o avançado a estabelecer o resultado final.
Os «gunners» tentaram depois chegar pelo menos ao empate, mas os campeões nacionais resistiram e nos lances mais perigosos, o médio Fernando fez cortes providenciais e evitou o pior.
O FC Porto parte para Inglaterra com um golo a mais do que o Arsenal, mas, ainda assim, está em vantagem e a apenas 90 minutos dos quartos-de-final da Champions.
Ficha de jogo:
Estádio do Dragão:
Árbitro: Martin Hansson (Suécia)
Equipas:
FC PORTO – Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira; Ruben Micael, Fernando e Raul Meireles (Tomas Costa, 67m); Varela, Falcao e Hulk (Mariano, 80m).
ARSENAL – Fabianski; Sagna, Sol Campbel, Vermaelen e Clichy; Diaby, Denilson e Fabregas; Rosicky (Walcott, 67m), Bendtner (Vela, 82m) e Nasri (Eboué, 87m).
Ao intervalo: 1-1
Marcadores: 1-0, Varela (11m); 1-1, Sol Campbell (18m); 2-1, Falcao (52m)
Acção disciplinar: Cartão amarelo a Diaby, Bruno Alves, Fucile, Alvaro Pereira, Fernando.
Fonte: Jornal A Bola
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Sporting perde em Liverpool mas eliminatória está em aberto
Em Goodison Park, o Everton bateu o Sporting por 2-1, em jogo da primeira mão dos 16-avos de final da Liga Europa.
Derrota do Sporting mais ou menos proveitosa, se assim se pode chamar, depois de nos últimos minutos Miguel Veloso ter convertido um penalty arrancado por Liedson.
Antes, boa entradas dos leões em jogo, exibição beliscada apenas pelo golo de Pienaar, após passe de calcanhar de Cahill. O Sporting não merecia sair para o intervalo a perder e menos ainda sofrer um golo três minutos depois do recomeço, com Rui Patrício a queixar-se de falta na pequena área. Distin aproveitou para marcar e o Sporting desceu um pouco.
Izmailov foi um dos leões mais vistosos e acabaria por ser um dos menos visíveis, Liedson, a desenhar o golo do Sporting, derrubado na área por Distin. Miguel Veloso marcou de forma impecável, o Sporting tem assim a porta aberta para passar.
Sob arbitragem do esloveno Darko Ceferin, eis as equipas:
Everton: Howard; Neville, Distin, Yobo e Baines; Osman, Arteta (Rodwell, 77); Donovan, Cahill(Yakubu, 61) e Pienaar; Saha (Bilyaletdinov, 82).
Suplentes: Nash, Bylialetdinov, Vaughan, Gosling, Yakubu, Rodwell, Coleman
Sporting: Rui Patrício; Abel, Tonel, Carriço e Grimi; Pedro Mendes, Miguel Veloso; Moutinho (Djaló, 65), Matias (Saleiro, 67), Izmailov; Liedson
Suplentes: Tiago, Polga, Adrien, Saleiro, Vukcevic, Djaló, Pereirinha
Marcador: 1-0 por Pienaar (34); 2-0 por Distin (48); 2-1 por Miguel Veloso (86, g.p.)
Fonte: Jornal A Bola - 17/02/2010
Em Goodison Park, o Everton bateu o Sporting por 2-1, em jogo da primeira mão dos 16-avos de final da Liga Europa.
Derrota do Sporting mais ou menos proveitosa, se assim se pode chamar, depois de nos últimos minutos Miguel Veloso ter convertido um penalty arrancado por Liedson.
Antes, boa entradas dos leões em jogo, exibição beliscada apenas pelo golo de Pienaar, após passe de calcanhar de Cahill. O Sporting não merecia sair para o intervalo a perder e menos ainda sofrer um golo três minutos depois do recomeço, com Rui Patrício a queixar-se de falta na pequena área. Distin aproveitou para marcar e o Sporting desceu um pouco.
Izmailov foi um dos leões mais vistosos e acabaria por ser um dos menos visíveis, Liedson, a desenhar o golo do Sporting, derrubado na área por Distin. Miguel Veloso marcou de forma impecável, o Sporting tem assim a porta aberta para passar.
Sob arbitragem do esloveno Darko Ceferin, eis as equipas:
Everton: Howard; Neville, Distin, Yobo e Baines; Osman, Arteta (Rodwell, 77); Donovan, Cahill(Yakubu, 61) e Pienaar; Saha (Bilyaletdinov, 82).
Suplentes: Nash, Bylialetdinov, Vaughan, Gosling, Yakubu, Rodwell, Coleman
Sporting: Rui Patrício; Abel, Tonel, Carriço e Grimi; Pedro Mendes, Miguel Veloso; Moutinho (Djaló, 65), Matias (Saleiro, 67), Izmailov; Liedson
Suplentes: Tiago, Polga, Adrien, Saleiro, Vukcevic, Djaló, Pereirinha
Marcador: 1-0 por Pienaar (34); 2-0 por Distin (48); 2-1 por Miguel Veloso (86, g.p.)
Fonte: Jornal A Bola - 17/02/2010


